Logo depois de decidir voltar a escrever, meu computador foi confiscado.
Não devia nem estar escrevendo no computador do "trabalho"...
De qualquer modo, ando pensando em um monte de coisa, quando reconquistar o direito de me conectar ao mundo, escrevo alguma coisa. Isso deve ser depois do vestibular, se eu passar. Se não passar, deve ser por outubro de 2097.
Ciao
terça-feira, 2 de dezembro de 2008
sexta-feira, 31 de outubro de 2008
Hiato
Semana de Olimpíadas Externas no Colégio, última semana de aula e sentimentos não muito claros que inevitavelmente levariam a posts estranhos. Por isso não andei escrevendo nada...
Acabaram as aulas, End of an Era... Provas e provas semana que vem. Fuck it.
Também não tô a fim de escrever nada hoje. Mas continuem [quem?] clicando em tudo o que puderem quantas vezes agüentarem...
Devo escrever alguma coisa em breve, não se desesperem! hahahaha
This'll be the day that I die...
Bye, bye, Miss American Pie
Acabaram as aulas, End of an Era... Provas e provas semana que vem. Fuck it.
Também não tô a fim de escrever nada hoje. Mas continuem [quem?] clicando em tudo o que puderem quantas vezes agüentarem...
Devo escrever alguma coisa em breve, não se desesperem! hahahaha
This'll be the day that I die...
Bye, bye, Miss American Pie
segunda-feira, 13 de outubro de 2008
Money...
Como nem minhas três leitoras mais assíduas comentaram, acho que ninguém realmente leu os últimos dois posts que eu escrevi em madrugadas tão inspiradas... hahaha
Este é, portanto, só uma nota rápida: criei o adsense pra tentar ganhar dinheiro! Dou como prêmio pra quem clicar mais 20% de todos (?) os meus lucros!!!
Não custa tanto clicar em algum deles antes de sair daqui, né? Devem ser até mais interessantes...
Pelo menos até eu adestrar algum bichinho ou uma das minhas irmãs pra ficar clicando o dia inteiro, conto com a ajuda de qualquer um que ler isso!
Thanks!
P.S.: Não sei por que, mas o relógio daqui tá uma hora adiantado... Agora são 20h48...
Este é, portanto, só uma nota rápida: criei o adsense pra tentar ganhar dinheiro! Dou como prêmio pra quem clicar mais 20% de todos (?) os meus lucros!!!
Não custa tanto clicar em algum deles antes de sair daqui, né? Devem ser até mais interessantes...
Pelo menos até eu adestrar algum bichinho ou uma das minhas irmãs pra ficar clicando o dia inteiro, conto com a ajuda de qualquer um que ler isso!
Thanks!
P.S.: Não sei por que, mas o relógio daqui tá uma hora adiantado... Agora são 20h48...
quinta-feira, 9 de outubro de 2008
Caio e pombas
É meio engraçado como tu é julgado, e como os julgamentos diferem...
Então... Me julguem gay, mas cada dia me apaixono mais por Caio Fernando Abreu. Foda, um cara foda.
Extenso e diversificado, também.
Dentre os artistas subjetivos, os que não apenas relatam, o objetivo de qualquer expressão (fotografia, música, cinema, literatura) é externar qualquer coisa inquietante que precise ser traduzida. Me impressiona a capacidade do Caio de dar o exato tom do sentimento, qualquer que seja.
"Mas se eu tivesse ficado, teria sido diferente? Melhor interromper o processo em meio: quando se conhece o fim, quando se sabe que doerá muito mais - por que ir em frente? Não há sentido: melhor escapar deixando uma lembrança qualquer, lenço esquecido numa gaveta, camisa jogada na cadeira, uma fotografia – qualquer coisa que depois de muito tempo a gente possa olhar e sorrir, mesmo sem saber por quê. Melhor do que não sobrar nada, e que esse nada seja áspero como um tempo perdido".
"Menos pela cicatriz deixada, uma ferida antiga mede-se mais exatamente pela dor que provocou, e para sempre perdeu-se no momento em que cessou de doer, embora lateje louca nos dias de chuva."
"Eu nunca tive porra de ideal nenhum, eu só queria era salvar a minha, veja só que coisa mais individualista elitista capitalista, eu só queria era ser feliz, cara, gorda, burra, alienada e completamente feliz."
"Então, de repente, sem pretender, respirou fundo e pensou que era bom viver. Mesmo que as partidas doessem, e que a cada dia fosse necessário adotar uma nova maneira de agir e de pensar, descobrindo-a inútil no dia seguinte - mesmo assim era bom viver. Não era fácil, nem agradável. Mas ainda assim era bom. Tinha quase certeza."
-
Vou tentar não fazer desse um blog pra contar as ladainhas desinteressantes ou as angústias incompreensíveis que de vez em quando parecem descolorir tudo em volta... Mas me permito citar alguns autores sempre que quiser.
Algumas divagações inevitavelmente aparecem. Azar.
Mas odeio esses blogs cult-intelectuais-indie-down!
-
Já me disseram que sou meio extremo, alternando entre uma alegria meio boba e uma depressão instantânea. [Às vezes fico extremamente raivoso também, e quase me assusto com o que eu faria se andasse com um lança-chamas.]
Não sei se com todo mundo é assim, mas sempre fico com a impressão de que só se presta atenção no mundo quando se vive extremos. Ninguém realmente guarda nada de um dia 'normal', as impressões só ficam se tudo parecer preto-e-branco ou saturado.
E quando se presta atenção, muita coisa fica evidente. No dia do CMPA Lugar e Ambiente, percebi que o clichê 'sorriso de criança' e afins realmente se justificam... É meio inexplicável, mas uma das fotos que eu tirei de que mais gostei [parênteses: me irrita o quanto a autocrítica evolui e acaba com fotos que eram 'maravilhosas' e viram porcarias cheias de defeitos] foi tirada quase por acaso nesse dia. Baixei a câmera e fiquei olhando em volta, procurando alguma coisa interessante naquele recolhimento de lixo e vi um piazinho olhando pruma pomba. Eu 'olhei e vi' [como diria o sor Jorge]: parecia que eu que tava me preparando pra pegar aquela pomba. Peguei a câmera e ainda consegui capturar a pomba fugindo. A foto, esteticamente, não ficou boa: é uma foto de um guri correndo atrás de uma pomba [só], mas é mais ou menos como se eu tivesse me fotografado menor, alterando as dimensões tempo-espaço...hehehe
Fiquei realmente feliz depois dessa foto, com aquela sensação de que 'ainda há esperanças' que sempre me deixa contente e aparece quando vejo felicidade espontânea. Aquela coisa de sorrir por ver alguém sorrir e ficar triste por ver alguém chorar. Ou rir de ver alguém rindo sozinho etc etc.
Foda é ficar meio abobado com isso e depois passar por crianças dormindo largadas, como se fossem uns sacos de batata.
NÃO consigo me acostumar com isso. Talvez até por egoísmo, por não querer que estraguem meu mundo cor-de-rosa onde tudo é perfeito, mas acho absurda essa desumanização. Que putaria é essa que tão fazendo com o dinheiro que não melhoram essa merda? Querem Copa do Mundo? Pra fazer como a China e esconder tudo?
-Vou trabalhar pela Copa em Porto Alegre em 2014! Teremos estádios modernos, a orla será revitalizada e atrairemos capital internacional. O Turismo vai ganhar muito! Quanto aos mendigos, a gente dá um jeito de sumir com eles por um tempo...
É tudo questão de prioridades... Mas ser gente nunca foi necessário pra ninguém.
-
E o David Duchovny não é mais viciado em sexo!!!
http://terratv.terra.com.br/templates/channelContents.aspx?channel=2487&contentid=212436
Eu ainda sou...
Então... Me julguem gay, mas cada dia me apaixono mais por Caio Fernando Abreu. Foda, um cara foda.
Extenso e diversificado, também.
Dentre os artistas subjetivos, os que não apenas relatam, o objetivo de qualquer expressão (fotografia, música, cinema, literatura) é externar qualquer coisa inquietante que precise ser traduzida. Me impressiona a capacidade do Caio de dar o exato tom do sentimento, qualquer que seja.
"Mas se eu tivesse ficado, teria sido diferente? Melhor interromper o processo em meio: quando se conhece o fim, quando se sabe que doerá muito mais - por que ir em frente? Não há sentido: melhor escapar deixando uma lembrança qualquer, lenço esquecido numa gaveta, camisa jogada na cadeira, uma fotografia – qualquer coisa que depois de muito tempo a gente possa olhar e sorrir, mesmo sem saber por quê. Melhor do que não sobrar nada, e que esse nada seja áspero como um tempo perdido".
"Menos pela cicatriz deixada, uma ferida antiga mede-se mais exatamente pela dor que provocou, e para sempre perdeu-se no momento em que cessou de doer, embora lateje louca nos dias de chuva."
"Eu nunca tive porra de ideal nenhum, eu só queria era salvar a minha, veja só que coisa mais individualista elitista capitalista, eu só queria era ser feliz, cara, gorda, burra, alienada e completamente feliz."
"Então, de repente, sem pretender, respirou fundo e pensou que era bom viver. Mesmo que as partidas doessem, e que a cada dia fosse necessário adotar uma nova maneira de agir e de pensar, descobrindo-a inútil no dia seguinte - mesmo assim era bom viver. Não era fácil, nem agradável. Mas ainda assim era bom. Tinha quase certeza."
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Vou tentar não fazer desse um blog pra contar as ladainhas desinteressantes ou as angústias incompreensíveis que de vez em quando parecem descolorir tudo em volta... Mas me permito citar alguns autores sempre que quiser.
Algumas divagações inevitavelmente aparecem. Azar.
Mas odeio esses blogs cult-intelectuais-indie-down!
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Já me disseram que sou meio extremo, alternando entre uma alegria meio boba e uma depressão instantânea. [Às vezes fico extremamente raivoso também, e quase me assusto com o que eu faria se andasse com um lança-chamas.]
Não sei se com todo mundo é assim, mas sempre fico com a impressão de que só se presta atenção no mundo quando se vive extremos. Ninguém realmente guarda nada de um dia 'normal', as impressões só ficam se tudo parecer preto-e-branco ou saturado.
E quando se presta atenção, muita coisa fica evidente. No dia do CMPA Lugar e Ambiente, percebi que o clichê 'sorriso de criança' e afins realmente se justificam... É meio inexplicável, mas uma das fotos que eu tirei de que mais gostei [parênteses: me irrita o quanto a autocrítica evolui e acaba com fotos que eram 'maravilhosas' e viram porcarias cheias de defeitos] foi tirada quase por acaso nesse dia. Baixei a câmera e fiquei olhando em volta, procurando alguma coisa interessante naquele recolhimento de lixo e vi um piazinho olhando pruma pomba. Eu 'olhei e vi' [como diria o sor Jorge]: parecia que eu que tava me preparando pra pegar aquela pomba. Peguei a câmera e ainda consegui capturar a pomba fugindo. A foto, esteticamente, não ficou boa: é uma foto de um guri correndo atrás de uma pomba [só], mas é mais ou menos como se eu tivesse me fotografado menor, alterando as dimensões tempo-espaço...hehehe
Fiquei realmente feliz depois dessa foto, com aquela sensação de que 'ainda há esperanças' que sempre me deixa contente e aparece quando vejo felicidade espontânea. Aquela coisa de sorrir por ver alguém sorrir e ficar triste por ver alguém chorar. Ou rir de ver alguém rindo sozinho etc etc.
Foda é ficar meio abobado com isso e depois passar por crianças dormindo largadas, como se fossem uns sacos de batata.
NÃO consigo me acostumar com isso. Talvez até por egoísmo, por não querer que estraguem meu mundo cor-de-rosa onde tudo é perfeito, mas acho absurda essa desumanização. Que putaria é essa que tão fazendo com o dinheiro que não melhoram essa merda? Querem Copa do Mundo? Pra fazer como a China e esconder tudo?
-Vou trabalhar pela Copa em Porto Alegre em 2014! Teremos estádios modernos, a orla será revitalizada e atrairemos capital internacional. O Turismo vai ganhar muito! Quanto aos mendigos, a gente dá um jeito de sumir com eles por um tempo...
É tudo questão de prioridades... Mas ser gente nunca foi necessário pra ninguém.
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E o David Duchovny não é mais viciado em sexo!!!
http://terratv.terra.com.br/templates/channelContents.aspx?channel=2487&contentid=212436
Eu ainda sou...
terça-feira, 7 de outubro de 2008
...
"Sabe, eu me perguntava até que ponto você era aquilo que eu via em você ou apenas aquilo que eu queria ver em você, eu queria saber até que ponto você não era apenas uma projeção daquilo que eu sentia, e se era assim, até quando eu conseguiria ver em você todas essas coisas que me fascinavam e que no fundo, sempre no fundo, talvez nem fossem suas, mas minhas, e pensava que amar era só conseguir ver, e desamar era não mais conseguir ver, entende?" Caio Fernando Abreu
Concluí que relacionamentos não dão certo por se esperar que o outro seja alguém que não é. Simples assim.Mas... A Manuela não foi pro 2º Turno!!! Fico feliz por isso! O quando dela fica pra próxima...
Sábado fui no Disney on Ice das princesas com a namo, mamãe e maninhas. É impressionante aquilo! A qualidade do negócio todo é absurda. Apesar do lugar de pobre, com colunas de armação na frente, tirei umas fotos boas... Foi um bom exercício de foco manual hipersônico! Como aqueles fdp patinam rápido! Penso que devia ter teatro no gelo! Monólogos sobre patins (sobre no sentido de 'em cima', fique claro) talvez fossem mais suportáveis. Nunca gostei de teatro por achar desnecessária toda a carga dramática (!) forçada que colocam em cada fonema pronunciado. Um porre.
Caralho... Dólar a R$2,30... Achei que não fosse chegar a tanto... Meus upgrades fotográficos que aguardem. Suspensos até segunda ordem.
Queria tanto minha Nikon d3! Talvez compre só a Canon 5D MKII... ahahahaha
Quero os novos episódios de Californication!
ODEIO Química.
Não tenho o que escrever...
Cansei.
Tchau.
sábado, 4 de outubro de 2008
Subjuntivo 2
Acho que consegui TRÊS leitores assíduos! Laisa, Sarita e Vanik, não me deixem!
Será que com três eu já consigo trinta mil?
Tenho medo de deixar de escrever por uns dias e parar definitivamente, mas quando sento e coloco esse computador no colo, parece que tudo que eu penso se esvai...
Ahm... Ontem vi o debate dos candidatos a prefeito... Não tenho moral pra discutir política, mas definitivamente não consigo gostar da Manuela! É incrível como ela tira toda a idéia de incerteza do subjuntivo [tema do último post]! Há umas duas semana li na Zero Hora uma entrevista com ela, naquela série de "Conheça seu Candidato", e já tinha ficado clara a arrogância da guria: em um canto da página, eles colocaram um bloquinho com uns inícios de frase e espaço para os candidatos preencherem com a própria letra. Não sei se dá pra imaginar, mas enfim... Tinha uma que começava com "Se for prefeita de Porto Alegre..." e era pra continuar. A nossa beleza de candidata riscou o se e colocou bem grande um quando! [Que maravilha é a Língua Portuguesa!] Bem, ontem, de novo, ela não conseguiu usar um condicional em nenhum momento do programa, sempre que respondia a outro candidato, usava um tom nojentinho, tipo "Lucianaaa, tu sabes que...". Blergh, não consigo gostar dela! E também não fui com aquele terninho cinza meio amassado!
Meio cômico o Onyx e a Luciana Genro se ajudando pra falar mal do Fogaça. A Genro, by the way, usava um óculos estilo Sarah Palin e o Onyx foi sempre chamado de Ônyx.
Mas a parte mais engraçada do programa todo foi quando a Manuela, sem entender pra quem ela podia perguntar, pediu pro Lasier repetir: "Lasier, podes repetir pra quem eu ainda posso perguntar? É que eu estava muito concentrada!". A cara de concentração dela foi o máximo.
Até agora não entendi por que o Lasier Martins pegava um pote com papeizinhos cada vez que seria sorteado eletronicamente um tema.
-
É isso aí... Eleições domingo... Acho que vou pra Redenção ver se tiro umas fotos legais desse dia tão democrático...
Realmente não tenho mais o que escrever agora! Juro que escrevo amanhã de noite! Vou anotar qualquer assunto em que eu pense durante o dia!
Até mais, Laisa, Vanik e Sarita!
:)
Será que com três eu já consigo trinta mil?
Tenho medo de deixar de escrever por uns dias e parar definitivamente, mas quando sento e coloco esse computador no colo, parece que tudo que eu penso se esvai...
Ahm... Ontem vi o debate dos candidatos a prefeito... Não tenho moral pra discutir política, mas definitivamente não consigo gostar da Manuela! É incrível como ela tira toda a idéia de incerteza do subjuntivo [tema do último post]! Há umas duas semana li na Zero Hora uma entrevista com ela, naquela série de "Conheça seu Candidato", e já tinha ficado clara a arrogância da guria: em um canto da página, eles colocaram um bloquinho com uns inícios de frase e espaço para os candidatos preencherem com a própria letra. Não sei se dá pra imaginar, mas enfim... Tinha uma que começava com "Se for prefeita de Porto Alegre..." e era pra continuar. A nossa beleza de candidata riscou o se e colocou bem grande um quando! [Que maravilha é a Língua Portuguesa!] Bem, ontem, de novo, ela não conseguiu usar um condicional em nenhum momento do programa, sempre que respondia a outro candidato, usava um tom nojentinho, tipo "Lucianaaa, tu sabes que...". Blergh, não consigo gostar dela! E também não fui com aquele terninho cinza meio amassado!
Meio cômico o Onyx e a Luciana Genro se ajudando pra falar mal do Fogaça. A Genro, by the way, usava um óculos estilo Sarah Palin e o Onyx foi sempre chamado de Ônyx.
Mas a parte mais engraçada do programa todo foi quando a Manuela, sem entender pra quem ela podia perguntar, pediu pro Lasier repetir: "Lasier, podes repetir pra quem eu ainda posso perguntar? É que eu estava muito concentrada!". A cara de concentração dela foi o máximo.
Até agora não entendi por que o Lasier Martins pegava um pote com papeizinhos cada vez que seria sorteado eletronicamente um tema.
-
É isso aí... Eleições domingo... Acho que vou pra Redenção ver se tiro umas fotos legais desse dia tão democrático...
Realmente não tenho mais o que escrever agora! Juro que escrevo amanhã de noite! Vou anotar qualquer assunto em que eu pense durante o dia!
Até mais, Laisa, Vanik e Sarita!
:)
segunda-feira, 29 de setembro de 2008
Subjuntivo
Há umas duas horas, tinha estruturado um post gigante, que faria a minha scrollbar enorme... Mas fui dar uma aulinha de Matemática pra minha irmã e esqueci tudo.
Quando não se tem nada pra escrever, se escreve sobre tudo.
Um dos filme de que mais gostei ultimamente foi Crash(-No Limite). Não vou fazer uma análise extensa e detalhada. Hoje li o blog de um cara que disse que o filme é uma merda, uma cópia de Magnólia (esse indiscutivelmente foda, mesmo entre os mais intelectuaizinhos) com um outro que não lembro o nome. Whatever. De fato, não é a coisa mais original do mundo, mas o que me seduziu foi um diálogo...
ANTHONY
You see any white people in there waiting an hour and thirty two minutes for a plate of spaghetti? Huh? And how many cups of coffee did we get?
PETER
You don't drink coffee and I didn't want any.
ANTHONY
That woman poured cup after cup to every white person around us. Did she even ask you if you wanted any?
PETER
We didn't get any coffee that you didn't want and I didn't order, and this is evidence of racial
discrimination? Did you happen to notice our waitress was black?
ANTHONY
And black women don't think in stereotypes? When's the last time you met one who didn't think she knew everything about your lazy ass before you even opened your mouth? That waitress sized us up in two seconds. We're black and "black people don't tip" so she wasn't gonna waste her time; someone like that, nothing you can do to change their mind.
PETER
So how much you leave her?
ANTHONY
You expect me to pay for that kinda service??
...
Por algum motivo, todos esses ciclos sempre me deixam pensando nos famosos "E se?"...
Ou seja: a mulher não deu bola pra eles porque eles eram negros e não iam dar gorjeta. Como ela não deu bola pra eles, eles não deram gorjeta. Simples, muito simples.
Eu sempre gosto de imaginar o que aconteceria alguém quebrasse a série: se ela atendesse bem os negros que não deixam gorjeta ou se eles deixassem gorjeta mesmo com o péssimo atendimento, got it?
...
Obviamente, isso é um gancho pras minhas divagações. Nos poucos relacionamentos que tive, sempre no meio de uma briga aparecia um "Eu ia fazer isso se tu não tivesse feito aquilo" ou "Eu pensei em fazer uma coisa, mas tu fez outra antes que me tirou a vontade". Sim, exemplos simplistas. O que fica depois disso é "bah, se eu não tivesse feito aquilo, tudo teria sido diferente" e "mas se ela tivesse mandado/feito/pensado/falado/[verbo no subjuntivo] eu teria mandado/feito/pensado/falado/[verbo no subjuntivo] também" ou coisa assim.
E não pretendo concluir nada!
Mas concluí que é um saco ficar pensando nos "Ses"...
E que isso tudo é meio infantil.
E que uma semana pra pensar é ótimo.
E que sim ou não é melhor que se.
E NÃO me falem em Djavan!!!
Quando não se tem nada pra escrever, se escreve sobre tudo.
Um dos filme de que mais gostei ultimamente foi Crash(-No Limite). Não vou fazer uma análise extensa e detalhada. Hoje li o blog de um cara que disse que o filme é uma merda, uma cópia de Magnólia (esse indiscutivelmente foda, mesmo entre os mais intelectuaizinhos) com um outro que não lembro o nome. Whatever. De fato, não é a coisa mais original do mundo, mas o que me seduziu foi um diálogo...
ANTHONY
You see any white people in there waiting an hour and thirty two minutes for a plate of spaghetti? Huh? And how many cups of coffee did we get?
PETER
You don't drink coffee and I didn't want any.
ANTHONY
That woman poured cup after cup to every white person around us. Did she even ask you if you wanted any?
PETER
We didn't get any coffee that you didn't want and I didn't order, and this is evidence of racial
discrimination? Did you happen to notice our waitress was black?
ANTHONY
And black women don't think in stereotypes? When's the last time you met one who didn't think she knew everything about your lazy ass before you even opened your mouth? That waitress sized us up in two seconds. We're black and "black people don't tip" so she wasn't gonna waste her time; someone like that, nothing you can do to change their mind.
PETER
So how much you leave her?
ANTHONY
You expect me to pay for that kinda service??
...
Por algum motivo, todos esses ciclos sempre me deixam pensando nos famosos "E se?"...
Ou seja: a mulher não deu bola pra eles porque eles eram negros e não iam dar gorjeta. Como ela não deu bola pra eles, eles não deram gorjeta. Simples, muito simples.
Eu sempre gosto de imaginar o que aconteceria alguém quebrasse a série: se ela atendesse bem os negros que não deixam gorjeta ou se eles deixassem gorjeta mesmo com o péssimo atendimento, got it?
...
Obviamente, isso é um gancho pras minhas divagações. Nos poucos relacionamentos que tive, sempre no meio de uma briga aparecia um "Eu ia fazer isso se tu não tivesse feito aquilo" ou "Eu pensei em fazer uma coisa, mas tu fez outra antes que me tirou a vontade". Sim, exemplos simplistas. O que fica depois disso é "bah, se eu não tivesse feito aquilo, tudo teria sido diferente" e "mas se ela tivesse mandado/feito/pensado/falado/[verbo no subjuntivo] eu teria mandado/feito/pensado/falado/[verbo no subjuntivo] também" ou coisa assim.
E não pretendo concluir nada!
Mas concluí que é um saco ficar pensando nos "Ses"...
E que isso tudo é meio infantil.
E que uma semana pra pensar é ótimo.
E que sim ou não é melhor que se.
E NÃO me falem em Djavan!!!
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And all that could have been,
Crash,
In a Sentimental Mood Posts,
Magnólia
sábado, 27 de setembro de 2008
Same old scenario...
O problema com blogs é que eles sempre surgem em momentos em que não se tem absolutamente mais nada pra fazer... e quase sempre são esquecidos logo depois.
Também é meio arriscado sair escrevendo tudo o que se pensa sem ter certeza do quão clichê vai soar.
De qualquer modo, não é lá uma grande revelação, mas nessa madrugada mais uma vez tive a sensação de que procurar significado pra vida talvez seja realmente uma grande perda de tempo... A questão não é sobre significado, mas sobre atribuir significado ou saber o que é significativo. Não é uma idéia nova, nem pra mim nem pra ninguém, mas há situações em que as abstrações parecem se materializar...
Não pode haver muito mais significado do que voltar pra casa às 4h conversando com a melhor amiga. Não pode ter nada muito mais impressionante do que ver um filme de pés dados com a namorada. Odeio concordar com modismo, e essa valorização publicitária bucólica das famosas pequenas coisas da vida, da rotina etc realmente me irrita, mas... Na verdade, é meio chato quando começam a usar coisas bonitinhas pra vender mais. Com exceção das propagandas do Zaffari [o David Coimbra inclusive resolveu ter o Bernardo depois de ver uma dessas... E David Coimbra é assunto pra um post inteiro.], acho sempre um pouco hipócrita e forçado. Na verdade, putting this way, acabo de perceber que só não gosto mesmo dessa propaganda da Natura. A Dove tinha uma da 'beleza de verdade' bem politicamente correta e bem legal.
Acabei de me dar conta de que o Coimbra escreveu sobre as malditas pequenas coisas da vida há umas duas semanas. Merda, juro que nem tinha pensado nele.
Voltando pra coisas mais palpáveis, aparentemente não vou chegar a ganhar meus trinta mil com publicidade nesse blog. Mas ainda não desisti.
Outra coisa: pra quem não entendeu a moral do nome do endereço, a moral do nome do blog ou do que eu falei no primeiro post, deixo os links pra baixar Californication [a melhor série de todo o universo, ao lado de House e de Seinfeld, mas num estilo bem original] e ouvir Damien Rice [irlandês famosinho por The Blower's Daughter [Closer] e Cannonball [que tocava em alguma novela, pelo que soube]].
Californication
Damien
E eu gosto dessas divagações inúteis.
;)
Também é meio arriscado sair escrevendo tudo o que se pensa sem ter certeza do quão clichê vai soar.
De qualquer modo, não é lá uma grande revelação, mas nessa madrugada mais uma vez tive a sensação de que procurar significado pra vida talvez seja realmente uma grande perda de tempo... A questão não é sobre significado, mas sobre atribuir significado ou saber o que é significativo. Não é uma idéia nova, nem pra mim nem pra ninguém, mas há situações em que as abstrações parecem se materializar...
Não pode haver muito mais significado do que voltar pra casa às 4h conversando com a melhor amiga. Não pode ter nada muito mais impressionante do que ver um filme de pés dados com a namorada. Odeio concordar com modismo, e essa valorização publicitária bucólica das famosas pequenas coisas da vida, da rotina etc realmente me irrita, mas... Na verdade, é meio chato quando começam a usar coisas bonitinhas pra vender mais. Com exceção das propagandas do Zaffari [o David Coimbra inclusive resolveu ter o Bernardo depois de ver uma dessas... E David Coimbra é assunto pra um post inteiro.], acho sempre um pouco hipócrita e forçado. Na verdade, putting this way, acabo de perceber que só não gosto mesmo dessa propaganda da Natura. A Dove tinha uma da 'beleza de verdade' bem politicamente correta e bem legal.
Acabei de me dar conta de que o Coimbra escreveu sobre as malditas pequenas coisas da vida há umas duas semanas. Merda, juro que nem tinha pensado nele.
Voltando pra coisas mais palpáveis, aparentemente não vou chegar a ganhar meus trinta mil com publicidade nesse blog. Mas ainda não desisti.
Outra coisa: pra quem não entendeu a moral do nome do endereço, a moral do nome do blog ou do que eu falei no primeiro post, deixo os links pra baixar Californication [a melhor série de todo o universo, ao lado de House e de Seinfeld, mas num estilo bem original] e ouvir Damien Rice [irlandês famosinho por The Blower's Daughter [Closer] e Cannonball [que tocava em alguma novela, pelo que soube]].
Californication
Damien
E eu gosto dessas divagações inúteis.
;)
Yeah, I live for little moments like that
Acabo de chegar em casa com a certeza de que a vida é feita de coisas idiotas e pequenas insignificâncias siginificativas.
Depois falo mais sobre isso.
Depois falo mais sobre isso.
sexta-feira, 26 de setembro de 2008
So...
01h21 e resolvo criar mais um blog...
Minhas outras tentativas foram meio frustradas, não tenho paciência pra marketing pessoal nem pra esperar que meu público leitor cresça naturalmente... E escrever pra ninguém é meio frustrante...
Anyways, acabo de rever o primeiro episódio de Californication e me deu vontade de escrever alguma coisa estilo Hank Moody, sem muito compromisso...
Talvez isso tenha um pouco a ver com o fato de eu ter ido a uma palestra sobre o curso de Jornalismo [provável opção de vestibular] na UFGRS nessa semana e o palestrante ter mencionado que um colega dele ganha no mínimo R$30 000 só cedendo espaço pra publicidade no blog... Seria um fator bem decisivo, visto que considero Direito em função da remuneração...
Portanto, chame seus amiguinhos, papai, mamãe e titia pra acessarem, comentem bastante e me ajudem a ganhar trinta mil por mês.
Merda, tenho a leve impressão de que isso não vai funcionar...
Algumas considerações sobre estilo: anyways é meu conectivo adversativo preferido, portanto o uso em demasia é proposital... bem como as reticências!
Agora penso em adicionar 'marcadores para esta postagem: exemplo, patinetes, férias, outono'. Esse blogger não podia ser mais criativo. Acho que vou adicionar 'patinetes' como marcador...
Não consigo dormir, acho que vou ver o segundo episódio de Californication... Talvez me traga mais (?) inspiração.
Obrigado pela visita e volte sempre. Com os amiguinhos, vovó, mamãe e titia. Ou não, não sei o que vou escrever depois... Talvez seja impróprio pra menores... Sim! Semana passada fiz 18! Pqp, me sinto muito mais inútil e irresponsável... Não chega a ser um complexo de Peter Pan, é um espírito de 'ok, vamos ver no que isso vai dar', mas é mais confortável ser criança... E eu gosto de conforto [mais um motivo pra me ajudarem nos ganhos com publicidade!].
Sem mais,
Au revoir
Minhas outras tentativas foram meio frustradas, não tenho paciência pra marketing pessoal nem pra esperar que meu público leitor cresça naturalmente... E escrever pra ninguém é meio frustrante...
Anyways, acabo de rever o primeiro episódio de Californication e me deu vontade de escrever alguma coisa estilo Hank Moody, sem muito compromisso...
Talvez isso tenha um pouco a ver com o fato de eu ter ido a uma palestra sobre o curso de Jornalismo [provável opção de vestibular] na UFGRS nessa semana e o palestrante ter mencionado que um colega dele ganha no mínimo R$30 000 só cedendo espaço pra publicidade no blog... Seria um fator bem decisivo, visto que considero Direito em função da remuneração...
Portanto, chame seus amiguinhos, papai, mamãe e titia pra acessarem, comentem bastante e me ajudem a ganhar trinta mil por mês.
Merda, tenho a leve impressão de que isso não vai funcionar...
Algumas considerações sobre estilo: anyways é meu conectivo adversativo preferido, portanto o uso em demasia é proposital... bem como as reticências!
Agora penso em adicionar 'marcadores para esta postagem: exemplo, patinetes, férias, outono'. Esse blogger não podia ser mais criativo. Acho que vou adicionar 'patinetes' como marcador...
Não consigo dormir, acho que vou ver o segundo episódio de Californication... Talvez me traga mais (?) inspiração.
Obrigado pela visita e volte sempre. Com os amiguinhos, vovó, mamãe e titia. Ou não, não sei o que vou escrever depois... Talvez seja impróprio pra menores... Sim! Semana passada fiz 18! Pqp, me sinto muito mais inútil e irresponsável... Não chega a ser um complexo de Peter Pan, é um espírito de 'ok, vamos ver no que isso vai dar', mas é mais confortável ser criança... E eu gosto de conforto [mais um motivo pra me ajudarem nos ganhos com publicidade!].
Sem mais,
Au revoir
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